
Veleja
CALMARÁ
A celebração da criação e alegria em “Veleja” de CALMARÁ
“Veleja”, de CALMARÁ, começa com a expressão hebraica “Yehi Or” (“Haja luz”), conectando o momento da criação do mundo à vida cotidiana. A música aproxima o sagrado do ouvinte ao retratar Deus como “arquiteto eterno” e “artesão do universo”, mas também como uma presença próxima, que “deixou um tantinho aqui” – uma centelha divina presente em cada pessoa e na natureza. Essa ideia se manifesta não só nas palavras, mas também nos ritmos brasileiros, como o samba e o frevo, celebrados na letra: “Sambou, frevou o Brasil, sorri sem medo / Ele gosta assim”.
A canção mistura referências bíblicas, como a criação em sete dias, com elementos da cultura popular e regional, usando expressões como “tantim” e “pouquim” para mostrar que o divino está nas pequenas coisas do dia a dia. Ao afirmar “tem um pouquim de Deus aqui em nós”, a música reforça que a espiritualidade faz parte da vida comum, das festas, da dança e do convívio. A participação de diferentes artistas e coletivos amplia a ideia de diversidade e comunhão, transformando a música em uma celebração coletiva da fé, da beleza e da alegria de viver. O refrão “Vamo essa graça alastrar” convida todos a compartilhar essa energia criativa e amorosa, mostrando que a criação divina continua se espalhando por meio das pessoas e de suas expressões culturais.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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