
Sozinho
Canindé
Solidão e vulnerabilidade em "Sozinho" de Canindé
A música "Sozinho", interpretada por Canindé, aborda a vulnerabilidade de quem se sente desamparado dentro de uma relação amorosa, mesmo sem querer controlar o outro. No trecho “Não sou nem quero ser o seu dono / É que um carinho às vezes cai bem”, fica claro o desejo por afeto e proximidade, mas sem abrir mão da liberdade individual. Isso torna a solidão ainda mais dolorosa, pois não se trata de ciúme, mas da necessidade de cuidado mútuo.
A letra traz uma atmosfera introspectiva ao tratar de dúvidas e inseguranças, como em “Fala que me ama / Só que é da boca pra fora / Ou você me engana / Ou não está madura”. O compositor questiona a sinceridade do amor recebido, sugerindo que as palavras podem não corresponder aos gestos. O silêncio da noite reforça o tom reflexivo e solitário, enquanto a repetição de perguntas mostra a busca por respostas e reciprocidade. Composta por Peninha e eternizada por Caetano Veloso, a canção tem apelo universal: a solidão e a carência afetiva são sentimentos comuns, e a música segue tocando quem já se sentiu "sozinho" mesmo estando acompanhado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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