
Cais do porto
Capiba
Saudade e esperança no reencontro em “Cais do porto”
Em “Cais do porto”, Capiba transforma o cais em um símbolo poderoso da espera e da saudade. A repetição do termo “Cais do porto” funciona como um apelo, destacando a importância desse espaço tanto físico quanto emocional para quem aguarda o retorno de alguém querido. O cais, tradicionalmente ligado a despedidas e reencontros, torna-se aqui uma testemunha silenciosa dos sentimentos de quem fica, reforçando a atmosfera de solidão e expectativa.
A letra traz imagens marcantes, como a “luzinha” que “lá longe apaga e acende / Fazendo um sinal, quem sabe, pra mim”. Essa luz pode ser vista tanto como um farol real, comum em portos, quanto como uma metáfora para a esperança que persiste mesmo diante da incerteza. O verso “Não sei sozinho ou com mais alguém” sugere dúvidas sobre o retorno da pessoa amada, ampliando o sentimento de vulnerabilidade. Ao pedir “Cais do porto, tenha pena de mim”, o eu lírico atribui ao local uma humanidade, como se o cais pudesse compreender e aliviar sua dor. Interpretada por artistas como Inezita Barroso e Elza Soares, a canção se tornou um retrato universal da saudade, equilibrando melancolia e esperança de forma sensível.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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