
Quem Vai Pra Farol É o Bonde de Olinda
Capiba
Sátira social e irreverência em “Quem Vai Pra Farol É o Bonde de Olinda”
“Quem Vai Pra Farol É o Bonde de Olinda”, de Capiba, utiliza o humor para retratar e satirizar os chamados “faroleiros” — pessoas que gostavam de se exibir e chamar atenção em Olinda nos anos 1930. O título e o refrão fazem referência ao bonde que levava foliões ao Farol, um ponto de encontro popular, e brincam com a ideia de que apenas quem faz parte desse grupo animado e exibido “vai pra farol”. Essa expressão funciona tanto de forma literal quanto como metáfora para quem busca destaque social.
A letra apresenta situações bem-humoradas, como a personagem que afirma ser milionária, mas só é vista andando a pé, evidenciando o exagero e a vontade de impressionar. O verso “Viaje ao menos no loré” reforça o tom de deboche, sugerindo que, se for para inventar, que seja de maneira mais convincente. Expressões como “brincadeira de berlinda” e “deixe de patim para mim” trazem o regionalismo e o clima descontraído do frevo, ao mesmo tempo em que expõem, de forma leve, a vaidade e a busca por aprovação social típicas do carnaval e do cotidiano. O contexto histórico da canção, ligada aos blocos líricos e à cultura carnavalesca de Olinda, transforma a crítica em uma celebração da irreverência e do espírito brincalhão do povo pernambucano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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