
O Enterro do Nego Geada (part. César Oliveira e Rogério Melo)
Capitão Faustino
Humor e tradição gaúcha em “O Enterro do Nego Geada”
"O Enterro do Nego Geada (part. César Oliveira e Rogério Melo)", de Capitão Faustino, transforma o tradicional velório em uma festa irreverente, misturando humor e elementos do folclore gaúcho. A música brinca com a ideia de que até a morte pode ser motivo de celebração, como mostram versos como “cachaça, riso e griteiro na capela imaculada” e a cena do morto sendo levado amarrado a uma égua caborteira. Esses detalhes reforçam o tom satírico e a intenção de desafiar os costumes tradicionais, mostrando como o povo do sul do Brasil encara até os momentos mais sérios com leveza e descontração.
A letra apresenta situações absurdas, como o caixão quebrado, o morto "gineteando" e o padre chegando sem caixão, tudo regado a bebida e música. O refrão destaca a fama de Nego Geada como alguém que “não tombava por nada”, sugerindo tanto uma piada sobre sua resistência quanto uma homenagem ao espírito indomável do gaúcho. A participação de César Oliveira e Rogério Melo, nomes importantes da música tradicionalista, reforça a autenticidade da homenagem às tradições do Rio Grande do Sul. Assim, a canção se torna uma celebração caricata, mas cheia de carinho, das peculiaridades e do humor presentes na cultura regional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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