
Cantiga Infinita
Capitão Fausto
Despedida e renovação em "Cantiga Infinita" de Capitão Fausto
A participação de Tim Bernardes em "Cantiga Infinita" reforça a conexão entre Portugal e Brasil, além de intensificar o clima de despedida e renovação presente no álbum "Subida Infinita". A letra reflete o momento vivido pela banda Capitão Fausto, especialmente após a saída do tecladista Francisco Ferreira. Isso fica claro em versos como “Não vale a pena tar à espera, amor / Pra guardar rancor ao chegar” e “Há uma forma pro futuro ser na mesma um bom lugar”, que abordam a sensação de perda e a necessidade de seguir em frente. A música transforma a despedida em um processo de aceitação, valorizando o passado sem impedir o avanço para o futuro.
O tema da passagem do tempo é central, como mostra a repetição de “Eu e tu, tu e eu / E o que o nosso amor nos deu / Até ver chegar a hora”. Essa repetição sugere o desejo de eternizar os laços afetivos, mesmo diante das separações inevitáveis, seja com amigos, familiares ou membros da banda. O verso “É que eu vou ter de despedir-me dos meus pais” explicita a dor da perda, mas também revela maturidade ao reconhecer que crescer exige deixar para trás pessoas e momentos importantes. Assim, a canção equilibra nostalgia e esperança, mostrando que, apesar das ausências, o amor e as memórias compartilhadas continuam sendo a base para enfrentar o futuro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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