
Pachamama
Boi Caprichoso
“Pachamama”: união indígena e respeito à Mãe Terra na Amazônia
Em “Pachamama”, do Boi Caprichoso, a menção a etnias como Kanamari, Kachinauá, Yanomami e Zuruahá destaca a valorização da diversidade e da união dos povos indígenas da Amazônia. A música vai além de uma homenagem, afirmando a resistência e a importância dessas culturas. O uso de instrumentos tradicionais, como flautas de pan e maracás, reforça a conexão espiritual e ancestral com a terra, transformando a canção em um ritual coletivo de respeito à Mãe Terra, figura central para muitos povos originários da América do Sul.
A letra convoca guerreiros e nações para celebrar os “tambores da terra”, ressaltando a força da coletividade e a reverência à natureza. A referência à “ocara sagrada no centro da taba” remete ao espaço de encontro e celebração nas aldeias, simbolizando a comunhão entre os povos e a terra. O tom da música é celebrativo e respeitoso, e a menção direta à Pachamama reforça a mensagem de defesa dos povos indígenas e da preservação ambiental. Isso ficou evidente na apresentação do Boi Caprichoso no Festival de Parintins, quando a alegoria da Mãe Terra conduziu os personagens centrais à arena, transformando a canção em um manifesto de orgulho e proteção das raízes amazônicas.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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