
Cunhã-Poranga
Boi Caprichoso
A força e o simbolismo de “Cunhã-Poranga” no Boi Caprichoso
A música “Cunhã-Poranga”, do Boi Caprichoso, celebra a figura da mulher indígena mais bela e forte da tribo, personagem central do Festival Folclórico de Parintins. O termo “Cunhã-Poranga”, de origem tupi, representa não só a beleza física, mas também a força, a resistência e o papel fundamental da mulher como guardiã da cultura indígena. Essa representação ganha ainda mais destaque com a presença de Marciele Albuquerque, que personifica a Cunhã-Poranga nas apresentações do Boi Caprichoso, reforçando a importância dessa figura para a identidade do festival.
A letra traz versos como “Ela vem chegando / Dançando, bailando feliz a cantar / Vem como uma pluma pairando no ar”, que destacam a leveza, a graça e a imponência da personagem, capaz de encantar e mobilizar toda a comunidade. O refrão “Eh, meu povo / Vem pra ver de novo / A Cunhã-Poranga do meu Boi” convida o público a participar da celebração, ressaltando o caráter ritualístico e a tradição do boi-bumbá, que une gerações em torno da cultura popular. Ao chamar a Cunhã-Poranga de “Índia mais bela dos Tupinambás”, a música presta homenagem à ancestralidade e à identidade indígena, valorizando as raízes amazônicas e o orgulho do povo de Parintins.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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