
Cunhã: A Criatura de Tupã
Boi Caprichoso
A força feminina indígena em “Cunhã: A Criatura de Tupã”
A música “Cunhã: A Criatura de Tupã”, do Boi Caprichoso, exalta a figura da Cunhã-poranga como símbolo de beleza, força e espiritualidade feminina indígena. A letra conecta a origem dessa personagem à divindade Tupã, como no verso “Cheirosa flor do mato que tupã benzeu / Te criou com sutileza”, mostrando que ela é vista não só como a mulher mais bela da tribo, mas também como uma criação sagrada, cuidadosamente moldada pelo deus supremo da mitologia tupi-guarani. Essa ligação eleva a Cunhã-poranga a um status quase mítico, representando o elo entre o divino e o humano na cultura amazônica.
A canção utiliza imagens da natureza, como “Linda rosa que nasceu / Com pétalas azuis” e “Da semente da samaumeira / Toda leveza, nativa beleza”, para associar a personagem à pureza e exuberância da floresta. Elementos como arco, flecha e penas reforçam o orgulho da ancestralidade guerreira e a conexão com as tradições indígenas. Ao repetir “Menina moça, cunhã-poranga!”, a música celebra a juventude, a vitalidade e o papel central da mulher indígena no Festival de Parintins. O convite “Vem dançar!” encerra a canção em tom festivo, destacando a integração da Cunhã-poranga à celebração coletiva e transformando a música em um verdadeiro hino de valorização da identidade amazônica.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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