
A Chamada
Boi Caprichoso
Orgulho e união cultural em “A Chamada” do Boi Caprichoso
"A Chamada", do Boi Caprichoso, transforma o convite para a festa do Festival de Parintins em uma poderosa afirmação de identidade e pertencimento. Quando a letra diz “Eu sou caboclo dessa terra / Sou o brado da floresta”, ela destaca o orgulho das raízes amazônicas e valoriza a mistura de influências indígenas, caboclas e folclóricas que marcam a tradição do Boi Caprichoso. Essa exaltação não é apenas individual, mas coletiva, reforçando o sentimento de fazer parte de uma grande nação azul e branca.
A música funciona como um chamado animado para todos os grupos que compõem a festa: brincantes, vaqueirada, marujada de guerra e tribos. Ao citar cada um, a letra reconhece a importância de todos na construção do espetáculo, promovendo união e força, como em “Braços erguidos que a festa vai começar”. O trecho que desafia o “contrário” faz referência ao boi rival, Garantido, e ressalta o clima de competição saudável e a paixão que movimentam o festival. O refrão “olêlê, olêlê lêlê ôu” reforça o espírito festivo, funcionando como um canto coletivo que contagia e une o público. Assim, "A Chamada" vai além de uma simples abertura: é um manifesto de celebração cultural, orgulho e pertencimento à tradição do Boi Caprichoso.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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