
Deusa da Constelação
Boi Caprichoso
Força e tradição em "Deusa da Constelação" do Boi Caprichoso
"Deusa da Constelação", do Boi Caprichoso, destaca o papel fundamental da porta-estandarte nas apresentações do festival de Parintins, especialmente ao associá-la a uma figura quase mítica. A música faz referência direta à indumentária azul, turquesa e violeta usada por Marcela Marialva, porta-estandarte do grupo, conectando sua presença à força das estrelas e à energia cósmica. O verso “Traz a força das estrelas de uma constelação / Que explode com a força do amor” reforça essa ligação, mostrando que ela representa não só o grupo, mas também uma energia maior, capaz de contagiar toda a arena.
A letra também ressalta o orgulho e a responsabilidade de carregar o pavilhão azul e branco, símbolo máximo do Boi Caprichoso. Ao chamar a porta-estandarte de “guerreira azul e branca”, a canção a coloca como um ícone de tradição e resistência cultural. Versos como “Quando ela chega na arena faz o povo balançar” e “Incendeia a arquibancada / Balanceia na raça e na garra” mostram como sua presença mobiliza e emociona o público, unindo todos em torno do espetáculo. A repetição de “Porta estandarte / Símbolo do teu amor / Porta estandarte / Traz o pavilhão azul” reforça a ideia de que ela é a guardiã do amor e da identidade do boi-bumbá, reverenciada como uma deusa que inspira orgulho e paixão pela tradição.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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