
Guardiãs
Boi Caprichoso
Força coletiva feminina em "Guardiãs" do Boi Caprichoso
A música "Guardiãs", do Boi Caprichoso, destaca o protagonismo das mulheres na luta pela preservação das terras e dos direitos dos povos amazônidas. O grito "Pisa ligeiro, pisa ligeiro, quem não pode com a formiga, não assanha o formigueiro!" conecta a canção à Marcha das Mulheres Indígenas de 2019, reforçando a união e a força coletiva das mulheres indígenas, negras, brancas e do campo, todas reconhecidas como "mulheres de lutas e opiniões".
A letra denuncia a violência contra a terra e o povo, citando queimadas e violações, e reafirma o compromisso de resistência ao afirmar "marcharmos juntas outra vez". O verso "Nosso dever é fortalecer proliferar o conhecimento do nosso velho ancestral" valoriza a transmissão do saber tradicional como ferramenta de resistência. A ideia de solidariedade aparece em "Ninguém larga, ninguém solta a mão de ninguém", enquanto "A terra alimenta nossa gente cura de enfermidade é raiz da diversidade" ressalta a importância do território e da diversidade cultural. No final, "Dos filhos deste solo és mãe gentil / De punhos cerrados / Mulheres do meu Brasil" sintetiza o orgulho, a força e a determinação das mulheres brasileiras na defesa da vida, da terra e da justiça social.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.




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