E Se Mexer Com Nóis
Careca e Pixote
Violência e identidade coletiva em “E Se Mexer Com Nóis”
“E Se Mexer Com Nóis”, de Careca e Pixote, apresenta um retrato direto e sem filtros da realidade do crime organizado nas periferias urbanas. A letra menciona explicitamente o PCC, detalha armas e cita personagens locais, como “Leandrinho”, “Sorriso”, “Boyzão” e “Divinéia”, reforçando o sentimento de pertencimento e identidade coletiva dentro da comunidade. O refrão repetitivo “a bala come” e versos como “mete bala até nos home” deixam evidente o clima de confronto constante, tanto entre facções rivais quanto contra a polícia, mostrando a tensão diária vivida por quem está inserido nesse contexto.
A música destaca a vigilância e o preparo dos grupos, com expressões como “atividade no vapor” e “radinhos acionados por toda a favela”, ilustrando a organização e o controle do território. A referência a “polícia, troféu sem preço” sugere que o enfrentamento com as autoridades é visto como uma conquista ou demonstração de poder. Além da violência, a letra também valoriza a lealdade e a solidariedade, ao pedir liberdade para membros presos e enviar saudações a aliados. Assim, “E Se Mexer Com Nóis” vai além de narrar a violência: revela os códigos, valores e emoções que estruturam a vida nas comunidades marcadas pelo crime.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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