
Nesta Rua Tem Um Bosque
Carequinha
Crítica social e humor em “Nesta Rua Tem Um Bosque” de Carequinha
Em “Nesta Rua Tem Um Bosque”, Carequinha reinventa uma cantiga de roda tradicional ao inserir críticas bem-humoradas sobre a situação das ruas e a atuação das autoridades. Ele utiliza versos como “Mas fazia, mas fazia uma vaquinha / E os buracos eu mandava consertar” para brincar com a ideia de resolver coletivamente problemas urbanos, ao mesmo tempo em que ironiza a falta de ação do poder público. Essa abordagem transforma a música em um comentário social leve, mas direto, sobre a responsabilidade das autoridades em relação à infraestrutura das cidades.
A canção começa evocando o romantismo e a inocência da infância, com versos como “Dentro dele mora um anjo / Que roubou meu coração”, mantendo o tom afetivo típico das cantigas. No entanto, ao adaptar a letra para abordar ruas esburacadas e a responsabilidade do prefeito, Carequinha acrescenta uma camada de crítica social sem perder o humor: “Essas ruas não são minhas nem são tuas / São todinhas do prefeito”. No trecho final, “Pois com eles o doutor quer construir / As entradas e as saídas do metro”, ele sugere que problemas urbanos básicos são ignorados em favor de grandes obras, criticando a priorização de projetos grandiosos em detrimento das necessidades cotidianas da população. Assim, Carequinha equilibra nostalgia, humor e crítica social, tornando a música relevante para diferentes gerações.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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