
Raphaël
Carla Bruni
O olhar apaixonado de Carla Bruni em “Raphaël”
Em “Raphaël”, Carla Bruni transforma o nome do amado em um verdadeiro objeto de fascínio. Ao destacar a estrutura do nome – “quatre consonnes et trois voyelles” (“quatro consoantes e três vogais”) – ela revela uma admiração lúdica pela sonoridade e singularidade, mostrando como o sentimento se manifesta até nos detalhes mais simples. O verso “C'est le tréma qui m'ensorcelle” (“É o trema que me enfeitiça”) reforça esse olhar carinhoso, atribuindo valor afetivo a um detalhe ortográfico, e ilustrando como o amor pode tornar até o trivial em algo especial.
A canção também faz referência à obra de Balzac ao mencionar “Peau de chagrin, pâtre éternel” (“Pele de onagro, pastor eterno”), sugerindo que Raphaël é fonte de prazer e inquietação, assim como o objeto mágico do romance, que concede desejos, mas cobra um preço. Bruni alterna entre imagens angelicais e a expressão “diable de l'amour” (“diabo do amor”), ressaltando a dualidade do amado: ele é ao mesmo tempo sábio e sedutor, capaz de transformar a rotina da cantora. O tom leve e afetuoso se mantém até o final, quando Bruni descreve como sussurrar o nome de Raphaël provoca alegria espontânea: “ça le fait rire comme un soleil” (“isso o faz rir como um sol”), sintetizando a felicidade simples e radiante que o amor proporciona.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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