
Procotolo
Carlinhos Vergueiro
Humor e crítica social em “Procotolo” de Carlinhos Vergueiro
Em “Procotolo”, Carlinhos Vergueiro utiliza grafias e pronúncias propositalmente erradas como uma forma de crítica bem-humorada à burocracia e ao formalismo exagerado do cotidiano brasileiro. Ao transformar palavras como “protocolo” em “procotolo” e “faculdade” em “falcudade”, o artista evidencia o distanciamento entre a linguagem oficial e a fala popular, ironizando a complexidade e, muitas vezes, a inutilidade dos processos burocráticos. Termos como “cardeneta”, “estaltuto” e “pogresso” reforçam essa sátira, mostrando como o excesso de formalidade pode se tornar absurdo e desconectado da realidade das pessoas.
A letra também faz uso de expressões populares e situações do dia a dia, como em “E aí Vareia” e “Que é o Pobrema / Esta é que é a Questã”, aproximando o ouvinte do universo retratado. O verso “Quanto Menas vezes falar dela / É melhor / Com Sastifação” sugere que, diante da burocracia e dos problemas que ela traz, o melhor é evitar o assunto e manter o bom humor. Palavras como “largatixa” e “fenônemo” adicionam um tom lúdico, reforçando a crítica sem perder a leveza. Assim, “Procotolo” usa o humor e a brincadeira com a linguagem para questionar estruturas sociais rígidas, tornando a crítica acessível e divertida.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Carlinhos Vergueiro e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: