
Na Parede da Paixão
Carlos André
Ciúme e reconciliação em "Na Parede da Paixão"
Em "Na Parede da Paixão", Carlos André utiliza a metáfora do ciúme como "rebôco da parede da paixão" para mostrar como esse sentimento faz parte da estrutura do relacionamento. O ciúme, nesse contexto, não é apenas um problema, mas também um sinal da intensidade do envolvimento entre o casal. A letra apresenta o conflito entre o desejo do narrador de aproveitar o forró e a insegurança da parceira, que teme ser deixada de lado por causa da diversão dele.
O narrador adota um tom de súplica e busca a reconciliação, como fica claro em "NÃO FAÇA ISSO, NÃO VÁ EMBORA / NÃO ME JOGUE FORA, DIGA QUE ME AMA". Ele reconhece que o ciúme da parceira está ligado ao seu gosto pelo forró, especialmente ao dizer "SEI QUE É POR CAUSA DO FORRÓ / QUE VOCÊ QUER ME VER SÓ, NA MÃO". Ao mesmo tempo, tenta tranquilizá-la, afirmando que não há traição: "NÃO PENSE QUE ENTRE NÓS TEM SÓCIO". O tom leve e descontraído, característico do forró de Carlos André, transforma o tema do ciúme em algo quase divertido, mostrando que, apesar das brigas, a paixão e a vontade de ficar juntos continuam sendo o alicerce da relação.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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