
Canoas do Tejo
Carlos do Carmo
A ligação entre Lisboa e o Tejo em “Canoas do Tejo”
“Canoas do Tejo”, interpretada por Carlos do Carmo, transforma a canoa em um símbolo da relação profunda entre Lisboa e o rio Tejo. A música vai além de uma simples descrição da paisagem, abordando temas como identidade, pertencimento e destino. Ao personificar a canoa, a letra mostra como ela representa tanto a tradição e o cotidiano dos lisboetas quanto a vulnerabilidade diante das incertezas da vida. Isso fica claro nos versos “Se algum barco te abalroa / Nunca mais voltas ao cais / Nunca, nunca, nunca mais”, que reforçam a ideia de que a travessia pelo Tejo, assim como a vida, está sujeita a riscos e mudanças irreversíveis.
O contexto histórico e cultural é fundamental para entender o impacto da canção. “Canoas do Tejo” é vista como um hino afetivo de Lisboa, reconhecido pelo envolvimento do público nos shows de Carlos do Carmo e pela homenagem feita por Marco Rodrigues em 2024. Trechos como “O vento sopra nas fragas / O Sol parece um morango / E o Tejo baila com as vagas / A ensaiar um fandango” criam uma atmosfera nostálgica, mostrando a conexão entre o rio e a cidade. A menção à guitarra e ao arrais adormecido remete ao fado, expressão musical marcada pela saudade e pelo destino, elementos centrais na cultura portuguesa. Assim, a música se torna uma metáfora da existência lisboeta, marcada por beleza, melancolia e um forte sentimento de pertencimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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