
Por Morrer Uma Andorinha
Carlos do Carmo
Resiliência e esperança em "Por Morrer Uma Andorinha"
"Por Morrer Uma Andorinha", de Carlos do Carmo, aborda a perda amorosa de forma serena e madura, fugindo do tom de lamento comum no fado. O verso central, “Por morrer uma andorinha não acaba a primavera”, é um provérbio português que reforça a ideia de que a vida continua, mesmo diante de decepções. A andorinha, símbolo de renovação e retorno, representa o amor que se vai, mas não é capaz de interromper o ciclo natural da vida ou abalar quem permanece.
A letra destaca a maturidade emocional do narrador, especialmente em versos como “Se deixaste de ser minha / Não deixei de ser quem era” e “Vivo a vida como dantes / Não tenho menos nem mais”. Ele demonstra resiliência ao não se apegar a ilusões, como em “Eu já estava habituado / A que não fosses sincera / Por isso eu não fico à espera / De uma ilusão que eu não tinha”. A imagem da primavera, mesmo após a partida da andorinha, reforça a mensagem de continuidade e esperança. Assim, a canção valoriza a força interior e a dignidade diante da perda, transformando a experiência em um convite para seguir em frente sem se prender ao passado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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