
Aquela Praia Ignorada
Carlos do Carmo
Liberdade e desejo em “Aquela Praia Ignorada” de Carlos do Carmo
"Aquela Praia Ignorada", de Carlos do Carmo, explora o contraste entre liberdade e regras sociais, usando a imagem de uma praia isolada como símbolo de um espaço íntimo e secreto. A praia, descrita como "ignorada" e diferente das outras, representa um refúgio onde as normas convencionais não se aplicam, sugerindo um lugar para viver sentimentos ou relações à margem do que é aceito. A dúvida expressa nos versos “Foste tu que ma mostraste / Ou fui eu que a inventei?” reforça a ambiguidade entre realidade e imaginação, mostrando que esse espaço pode ser tanto uma experiência compartilhada quanto uma criação do desejo ou da memória.
As imagens de “lençol de seda ou de linho”, “lençol de espuma rompido” e “lençol de areia queimado” trazem à tona a ideia de intimidade e sensualidade, associando a praia a encontros amorosos marcados por prazer e vulnerabilidade. Elementos como “moinhos que andais no vento” e “leite que escorres da Lua” dão um tom de sonho e fantasia, ampliando a sensação de que essa praia pertence a um universo próprio. Ao afirmar “todas as praias são brancas / E só aquela é que não”, a letra destaca a singularidade desse lugar, que guarda memórias e marcas únicas, possivelmente ligadas a uma paixão proibida ou a um amor impossível. Mesmo sem detalhes sobre o contexto da composição, a canção reflete o estilo de Carlos do Carmo, que costuma abordar temas como saudade, desejo e transgressão no universo do fado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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