
O Sol Préguntou À Lua
Carlos do Carmo
Diálogo poético em “O Sol Préguntou À Lua” de Carlos do Carmo
Em “O Sol Préguntou À Lua”, Carlos do Carmo constrói uma metáfora sensível ao retratar o Sol e a Lua como personagens de um diálogo impossível. A repetição do verso “O Sol préguntou à Lua” destaca a distância e o desejo de encontro entre dois astros que raramente se cruzam, simbolizando sentimentos humanos como saudade, espera e esperança. O questionamento “quando a verá amanhecer” reforça a busca por um momento de revelação ou reencontro, criando uma atmosfera contemplativa típica do fado.
A frase “Que vem o Sol cá fazer” sugere estranhamento diante da presença inesperada do Sol, trazendo à tona a dualidade entre luz e escuridão, presença e ausência. Quando a letra menciona “Dos olhos teus / À vista dos olhos teus”, aproxima o fenômeno celeste de uma experiência íntima, sugerindo um amor marcado pela distância e pelo desejo. Mesmo sem referências diretas à vida do artista, a canção se insere na tradição do fado ao transformar emoções profundas em imagens simples e marcantes, mantendo a força emocional característica do gênero.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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