
Boneca
Carlos Galhardo
Desejo e ilusão em "Boneca" de Carlos Galhardo
A música "Boneca", de Carlos Galhardo, usa a imagem de uma boneca em uma vitrine para representar uma mulher idealizada, admirada e distante. A expressão "boneca cobiçada" sugere uma mulher desejada por muitos, mas cujo amor pode ser perigoso ou inalcançável. Na letra, a figura feminina é tratada como um objeto de desejo quase irreal, "sobre um soberbo pedestal" e "no bazar das ilusões", reforçando a ideia de fascínio e inatingibilidade. O narrador se apaixona por uma imagem perfeita, mas que talvez nunca possa alcançar de verdade.
A canção cria um clima de encantamento e nostalgia ao detalhar os traços da boneca: "lábios entreabertos a sorrir", "cabelo tinha a cor de um Sol" e "olhos eram circunvagos do romantismo azul dos lagos". Esses versos mostram a distância entre o narrador e o objeto de seu afeto, indicando que esse amor é mais um sonho do que uma realidade. No final, o trecho "Vejo em meu sonhar profundo / Que esse bazar é o mundo / E a boneca você" revela que toda essa fantasia serve para lidar com a impossibilidade de um amor real. O narrador prefere o sonho à desilusão, expressando tanto o desejo quanto a melancolia de quem ama alguém sempre fora de alcance, em sintonia com o tom nostálgico típico das interpretações de Carlos Galhardo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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