
ROSA MARIA
Carlos Galhardo
Tradição e alegria coletiva em “ROSA MARIA” de Carlos Galhardo
A música “ROSA MARIA”, interpretada por Carlos Galhardo, destaca-se por usar o convite à personagem principal para participar das festas juninas como uma metáfora para a importância da coletividade e da alegria compartilhada. Ao pedir que Rosa Maria “levante desta cadeira” e se junte à celebração, a letra incentiva a participação ativa nos momentos de confraternização, reforçando o valor de não se isolar, especialmente durante a tradicional noite de São João.
A canção traz um tom leve e descontraído, evidenciado nos convites para pular a fogueira, soltar balões e tomar refresco de capilé, todos elementos típicos das festas juninas brasileiras. O verso “Rosa Maria não faça chiquê” sugere que ela não deve se recusar a participar, reforçando o espírito inclusivo e animado dessas celebrações. Lançada em 1946, durante a Era do Rádio, a música também reflete o contexto histórico em que as festas populares eram espaços fundamentais de encontro e alegria, valorizando as tradições culturais do Brasil da época.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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