
Meus Oito Anos
Carlos Galhardo
Nostalgia e pureza da infância em “Meus Oito Anos”
“Meus Oito Anos”, interpretada por Carlos Galhardo, transforma o famoso poema de Casimiro de Abreu em uma valsa que celebra a infância como um período de pureza e felicidade que não pode ser recuperado na vida adulta. A canção destaca a idealização desse tempo, especialmente nos versos “Oh! Que saudades que tenho / Da aurora da minha vida”, mostrando a infância como um momento perdido e inalcançável, em contraste com as “mágoas de agora” citadas no final da letra. Essa oposição entre o passado e o presente reforça o sentimento de nostalgia, que é central tanto no poema original quanto na versão musical.
A letra utiliza imagens simples e acessíveis, como “à sombra das bananeiras / debaixo dos laranjais” e “o mar é um lago sereno / o céu um manto azulado”, para criar uma atmosfera de inocência e tranquilidade. Essas imagens remetem à vida no campo e simbolizam a visão idealizada da infância, vista como um tempo mágico e protegido. O trecho “respira a alma inocência / como perfumes a flor” reforça essa pureza, sugerindo que tudo era mais leve e bonito naquele período. No final, a lembrança das “carícias de minha mãe” e do “beijo de minha irmã” destaca a importância dos laços familiares e do afeto, elementos que, segundo a canção, fazem da infância um verdadeiro “hino de amor” e um refúgio emocional diante das dificuldades da vida adulta.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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