
Fascinação
Carlos Galhardo
O amor idealizado e a perda em "Fascinação" de Carlos Galhardo
"Fascinação", na interpretação de Carlos Galhardo, explora o contraste entre o encanto inicial do amor e a dor da perda. Logo no início, versos como “Os sonhos mais lindos sonhei / De quimeras mil um castelo, ergui” mostram como o amor é idealizado, construído sobre sonhos e expectativas grandiosas. O termo “quimeras” destaca a natureza ilusória desses desejos, que são belos, mas muitas vezes inalcançáveis.
A canção segue ressaltando o fascínio provocado pela pessoa amada, descrita como “luz, sedução, poema divino”, evidenciando o poder de encantamento do amor. No entanto, a letra evolui para a desilusão, como em “Mas o destino mau, certo dia chegou / E, sem o teu, o meu coração secou”. Aqui, a música assume um tom nostálgico, refletindo sobre a separação e o vazio deixado pela ausência. O verso “Hoje, sombras sou, do que fui” resume a transformação do eu lírico, que passa da plenitude à solidão. Composta originalmente em 1904 e adaptada ao português em 1943, "Fascinação" aborda temas universais do romantismo e da perda, o que explica sua presença constante no repertório brasileiro.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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