Zorro Viejo
Carlos Ramón Fernandez
Astúcia e resignação no amor proibido em “Zorro Viejo”
Em “Zorro Viejo”, Carlos Ramón Fernandez utiliza a figura do "zorro viejo" (raposa velha) para expressar a experiência, astúcia e persistência do narrador diante de um amor proibido. Essa metáfora, comum no folclore argentino, reforça a imagem de alguém que já enfrentou muitos desafios e, mesmo conhecendo os riscos, está disposto a esperar e lutar pelo que deseja. Isso fica evidente no verso: “Soy un zorro viejo te estaré esperando hasta que regreses” (Sou uma raposa velha, estarei te esperando até que você volte).
A letra tem um tom confessional e direto, com o narrador admitindo seu envolvimento recorrente com amores proibidos: “Me enamoro siempre de un amor prohibido” (Sempre me apaixono por um amor proibido). Ele também revela o desgaste emocional de viver escondido, como mostra a frase: “estoy cansado de estar escapando como un fugitivo” (estou cansado de ficar fugindo como um fugitivo). O pedido para que a mulher escolha ficar com ele, caso não ame mais o atual parceiro, é feito de forma sincera e vulnerável, reforçando o tom emocional da música. O contexto de Carlos Ramón Fernandez, conhecido por retratar amores e dilemas da vida rural argentina, aparece na honestidade e simplicidade dos versos, tornando “Zorro Viejo” uma declaração de amor madura, marcada por resignação, esperança e coragem diante das consequências de um sentimento proibido.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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