
Frevo do Vestibular
Carlos Santos
Celebração estudantil e cultura nordestina em “Frevo do Vestibular”
"Frevo do Vestibular", de Carlos Santos, retrata de forma leve e animada a tradição dos calouros brasileiros de raspar a cabeça ao passar no vestibular. O verso “Toma a minha cabeça, pode raspar, que eu passei no vestibular” faz referência direta a esse ritual, transformando um gesto de renovação e integração em motivo de orgulho e festa. O uso do frevo, ritmo típico do carnaval pernambucano, reforça o clima de comemoração, misturando a alegria carnavalesca com a conquista acadêmica.
A letra também aborda a superação do vestibular, comparando-o a uma batalha: “Turma, a guerra acabou, acabou / Quem passou, passou / Quem ficou, ficou”. Carlos Santos expressa o alívio coletivo dos estudantes após o esforço intenso, destacando que é hora de relaxar e celebrar. Ao unir elementos do frevo e do forró, a música valoriza a cultura nordestina e transforma uma vitória pessoal em uma festa popular, mostrando como conquistas individuais podem ser celebradas de forma coletiva e alegre.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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