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Calle Melancolía

Carmen Paris

Letra

Rua da Melancolia

Calle Melancolía

Como quem viaja nas costas de uma égua sombria,Como quien viaja a lomos de una yegua sombría,
por essa cidade ando, não perguntem aonde.por la ciudad camino, no preguntéis adónde.
Busco talvez um encontro que ilumine meu dia,Busco acaso un encuentro que me ilumine el día,
e não encontro mais que portas que negam o que escondem.y no hallo más que puertas que niegan lo que esconden.
As chaminés despejam seu vômito de fumaçaLas chimeneas vierten su vómito de humo
a um céu cada vez mais distante e mais alto.a un cielo cada vez más lejano y más alto.
Pelas paredes ocres se espalha o sucoPor las paredes ocres se desparrama el zumo
de uma fruta de sangue que cresceu no asfalto.de una fruta de sangre crecida en el asfalto.
Já o campo deve estar verde, deve ser primavera,Ya el campo estará verde, debe ser primavera,
cruza pelo meu olhar um trem interminável,cruza por mi mirada un tren interminable,
o bairro onde moro não é nenhuma pradaria,el barrio donde habito no es ninguna pradera,
paisagem desolada de antenas e de cabos.desolado paisaje de antenas y de cables.
Vivo no número sete, rua da melancolia.Vivo en el número siete, calle Melancolía.
Quero me mudar há anos pro bairro da alegria.Quiero mudarme hace años al barrio de la alegría.
Mas sempre que tento, o bonde já saiuPero siempre que lo intento ha salido ya el tranvía
e na escada me sento a assobiar minha melodia.y en la escalera me siento a silbar mi melodía.
Como quem viaja a bordo de um barco enlouquecido,Como quien viaja a bordo de un barco enloquecido,
que vem da noite e vai a lugar nenhum,que viene de la noche y va a ninguna parte,
assim meus pés descem a ladeira do esquecimento,así mis pies descienden la cuesta del olvido,
fadigados de tanto andar sem te encontrar.fatigados de tanto andar sin encontrarte.
Depois, de volta pra casa, acendo um cigarro,Luego, de vuelta a casa, enciendo un cigarrillo,
organizo meus papéis, resolvo um crucigrama;ordeno mis papeles, resuelvo un crucigrama;
me irrito com as sombras que povoam os corredoresme enfado con las sombras que pueblan los pasillos
e me abraço à ausência que deixas na minha cama.y me abrazo a la ausencia que dejas en mi cama.
Subo pelo teu lembrança como uma trepadeiraTrepo por tu recuerdo como una enredadera
que não encontra janelas onde se agarrar,que no encuentra ventanas donde agarrarse,
sou essa epidemia absurda que as calçadas sofrem,soy esa absurda epidemia que sufren las aceras,
se quiser me encontrar, já sabe onde estou.si quieres encontrarme, ya sabes dónde estoy.
Vivo no número sete, rua da melancolia.Vivo en el número siete, calle Melancolía.
Quero me mudar há anos pro bairro da alegria.Quiero mudarme hace años al barrio de la alegría.
Mas sempre que tento, o bonde já saiuPero siempre que lo intento ha salido ya el tranvía
e na escada me sento a assobiar minha melodia.y en la escalera me siento a silbar mi melodía


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