
Marcha de Alfama
Carminho
Alfama como símbolo de juventude e tradição em “Marcha de Alfama”
Em “Marcha de Alfama”, Carminho retrata o bairro de Alfama como um espaço que nunca envelhece, sempre renovado pelas festas populares, especialmente as de Santo António. A letra transforma Alfama em uma personagem viva, que se enfeita com "a blusa clarinha" e "a saia garrida" para celebrar, expressando orgulho e vaidade típicos de quem quer se destacar em um momento especial. Essa personificação reforça o vínculo afetivo dos moradores com o bairro, como se ele tivesse sentimentos e uma identidade própria.
A música utiliza imagens marcantes, como "janelas iluminadas", "becos escadinha ruas estreitinhas" e o "perfume de manjerico", para transportar o ouvinte ao clima das festas lisboetas. O manjerico, tradicional nas festas de Santo António, e o fado "desgarrado" — que representa a espontaneidade e emoção — são elementos que reforçam a autenticidade e a alegria do bairro. O verso “Hoje em Alfama é um demónio” mostra como, durante as festas, o bairro se transforma em um lugar de pura animação, sem perder o "suave encanto" que o caracteriza. Ao final, quando "dona Alfama só volta p'rá cama quando é madrugada", fica evidente que a essência do bairro está na celebração constante da vida, da juventude e das tradições que resistem ao tempo.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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