A transição confusa da juventude em “26” de Carol Ades
Em “26”, Carol Ades expõe de forma direta o desconforto de estar entre a juventude e a vida adulta. A artista utiliza imagens do cotidiano, como “um telefone no colchão” e “chaves na porta”, para ilustrar a sensação de estar perdida e deslocada. Esses detalhes reforçam a ideia de que, aos 26 anos, ela ainda se sente tão desorientada quanto aos 18, ou até mais, como revela no verso: “I'm as lost as I was at 18 if not more” (Estou tão perdida quanto aos 18, se não mais).
Carol Ades escreveu a música para expressar a turbulência dessa fase de transição, deixando claro seu incômodo com as expectativas sociais da vida adulta. Isso aparece quando ela diz: “I do not agree with the terms that I signed / Rip up the documents, undot the line” (Não concordo com os termos que assinei / Rasgue os documentos, desfaça a linha), rejeitando a ideia de que deveria se sentir madura apenas por causa da idade. A vulnerabilidade da artista também se mostra na busca por aprovação, até mesmo de “every grocery cashier” (todo caixa de supermercado). O refrão “I'm not a grown-up, but I'm not a kid / It hurts every time I'm reminded / I'm not dyin', I'm just 26” (Não sou adulta, mas não sou criança / Dói toda vez que me lembro / Não estou morrendo, só tenho 26) resume o sentimento de estar em suspensão: não mais criança, mas ainda longe de se sentir adulta, vivendo a dor e a confusão dessa passagem, mas reconhecendo que tudo faz parte do amadurecimento.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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