
Café (part. Vitão)
Carol Biazin
Desejo e cotidiano urbano em “Café (part. Vitão)”
“Café (part. Vitão)”, de Carol Biazin, usa situações do dia a dia para falar sobre desejo, intimidade e a vontade de aproveitar o momento a dois, mesmo com as obrigações da rotina. O café, citado logo no início, é um gesto simples e carinhoso, servindo tanto para espantar o sono quanto para evitar desculpas que adiem o encontro. A repetição do verso “Eu até já fiz café pra tu não vir me falar / Que tá com sono e que o amor tem que esperar” destaca esse tom direto e descontraído, mostrando a tentativa de driblar as barreiras do cotidiano para viver o presente com intensidade.
A composição, feita em colaboração entre Carol Biazin, Vitão e outros artistas, traz leveza e naturalidade ao diálogo dos versos. A letra também aborda as pressões do trabalho e o desejo de escapar do estresse, como ao mencionar o patrão e a vontade de viajar para longe do “mau olhado”. Ao mesmo tempo, há espaço para afeto e cumplicidade, como em “gosta do drive da minha voz / Que quer me guardar num pen drive”, misturando referências modernas com sentimentos sinceros. O refrão, ao propor “fazer um funk na sala de estar”, sugere tanto a dança quanto a intimidade, usando o duplo sentido de “funk” para falar de diversão e desejo, mas sempre lembrando que “amanhã a gente tem que trabalhar”. Assim, a música equilibra romance, realidade e humor, retratando de forma leve e honesta as relações jovens no contexto urbano.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



Comentários
Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra
Faça parte dessa comunidade
Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Carol Biazin e vá além da letra da música.
Conheça o Letras AcademyConfira nosso guia de uso para deixar comentários.
Enviar para a central de dúvidas?
Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.
Fixe este conteúdo com a aula: