
isso é tão 2007
Carol Biazin
Crítica à superficialidade pop em “isso é tão 2007” de Carol Biazin
Em “isso é tão 2007”, Carol Biazin utiliza ironia para criticar a falta de originalidade e a superficialidade da indústria pop atual. O título faz referência a uma expressão que remete ao passado, sugerindo que o que antes era inovador agora se tornou repetitivo. No refrão, ao repetir “blá, blá, blá”, Biazin evidencia o vazio das conversas e das tendências que se reciclam sem trazer novidades, mostrando como o cenário musical se tornou previsível. Essa crítica aparece de forma direta em versos como “Pop só não tá mais caro que minha paciência é rara / Esses babacas tá tipo praga / Fala e não fala mais nada com nada”, onde ela aponta para a saturação de discursos vazios e a falta de autenticidade no meio musical.
A canção também funciona como um desabafo sobre a pressão por relevância e a busca constante por aprovação. Em “Eles não gostam de nada / Já que eu não tô hypada / Já preferi ser flopada, mas agora cansei”, Biazin revela o desgaste de tentar agradar um público volátil e critica a ideia de que apenas o que está em alta tem valor. Ao afirmar “Eu não sou próximo a ninguém, sou a primeira do meu jeito”, ela reforça sua individualidade e recusa em se encaixar nos padrões impostos pela indústria. O verso “Se não importa o conteúdo / No refrão, eu hitei” ironiza o sucesso baseado em fórmulas repetidas, encerrando a crítica com bom humor e autoconfiança.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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