Hino de Hecate
Carol Santosha
Ritual, ancestralidade e poder feminino em “Hino de Hecate”
Em “Hino de Hecate”, Carol Santosha utiliza a repetição do nome “Hecate” três vezes para reforçar a invocação da deusa e se conectar à tradição esotérica, onde a repetição tripla intensifica o chamado espiritual. Esse recurso aproxima a letra dos rituais pagãos e da simbologia da tríplice deusa, elementos centrais no culto a Hécate. O verso “galhos, flores e frutos ceifamos em honra a ti” faz referência direta às oferendas naturais comuns em cerimônias dedicadas à deusa, que é associada à fertilidade, à natureza e à magia das encruzilhadas. A menção aos “ventos da noite que sopram do norte” reforça a atmosfera de renovação e transformação espiritual, típica de rituais noturnos.
Ao chamar Hécate de “Senhora das chamas que queimam dentro de mim”, a música destaca o aspecto interno e transformador da deusa, mostrando que sua influência desperta a força e a magia interior de quem a invoca. A repetição dos versos e o uso de elementos naturais criam uma sensação de ciclo e continuidade, características dos rituais devocionais. O contexto da obra de Carol Santosha, que inclui outras músicas dedicadas à deusa, evidencia o compromisso da artista com a espiritualidade e a valorização do sagrado feminino. Assim, “Hino de Hecate” se apresenta como uma celebração à ancestralidade e ao poder feminino representado por Hécate.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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