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Sob Um Olhar Negro: Valongo, a História de Um Cais

Carolina Abreu

Letra

    Ecoou nos versos
    A saga de um povo guerreiro
    Sob o olhar cansado de um griô
    À luz de lampião
    Lembrando os tumbeiros
    Triste balanço, marcou sua vida
    Ferida que nunca deixou de sangrar
    Ao chegar no cais, mercadoria
    Teria valor
    No pregão da escravidão
    O negro trabalhador

    Ôôô
    Assim cantavam pra acalentar a dor
    Ôôô
    Mesmo sem guia a fé resiste sim, Senhor

    E segue nas linhas da memória
    História sem ponto final
    Nas mãos dos próprios irmãos
    A lei se fez imoral
    Terra mãe hostil, aporta a princesa
    Um novo Brasil
    Raiou enfim a liberdade
    À minha raça, ao meu torrão
    E bem no cais do Valongo
    Danço feliz esse jongo
    Um ‘canto’ de libertação
    Chegou Vila Santa Tereza
    Realeza a desfilar (a me libertar)
    Estamos unidos
    Sob as bençãos do Pai Oxalá

    Composição: Amaro Poeta / Anderson Mancuso / Gabriel Chocolate / Jane Célia / Jefferson Nascimento / Milton Carvalho / Rafael Gigante / Vinicius Ferreira. Essa informação está errada? Nos avise.

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