
A Terra é Redonda
Carolina Deslandes
Reencontros e vulnerabilidade em “A Terra é Redonda”
Em “A Terra é Redonda”, Carolina Deslandes usa a metáfora do formato do planeta para ilustrar a inevitabilidade dos reencontros amorosos. A ideia central é que, mesmo quando duas pessoas seguem em direções opostas após o fim de um relacionamento, a circularidade do mundo faz com que seus caminhos se cruzem novamente. Isso fica claro em versos como “Eu vivo a fugir de ti só porque a Terra é redonda / Em direcções opostas, a gente ainda se encontra”, que mostram como sentimentos persistem e reencontros parecem inevitáveis, mesmo quando se tenta evitá-los.
A música, inserida no álbum “Chorar no Club”, destaca-se pela introspecção e pela abordagem honesta das emoções. Carolina expõe vulnerabilidade e autocrítica em trechos como “Eu vejo tudo à lupa, mas não é melhor, é aumentado” e “Eu gosto mais de mim quando estou ao teu lado”, revelando a luta interna da protagonista entre culpa, desejo e a dificuldade de seguir em frente. A frase “falar de amor nos faltam caracteres” sugere que a intensidade do sentimento ultrapassa o que pode ser dito, enquanto imagens como “choro tanto, que podia ir até ti de barco” e “se é pra voltar atrás, eu nado mariposa” reforçam a disposição de atravessar qualquer obstáculo pelo reencontro. No fim, a canção aponta para a possibilidade de recomeço, mostrando que, apesar das dores e desencontros, a natureza cíclica dos sentimentos sempre abre espaço para novos encontros.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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