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LetraSignificado

    Resistência e ancestralidade em "Maculele" de Carolina Soares

    Em "Maculele", Carolina Soares utiliza a repetição do verso “Sou eu maculele sou eu” para afirmar a identidade do sujeito com a tradição do maculelê, uma dança afro-brasileira marcada pela resistência e celebração da ancestralidade negra. Esse refrão reforça o orgulho e o sentimento de pertencimento, além de destacar a força coletiva de um povo que mantém vivas suas raízes culturais mesmo diante da opressão.

    A música faz referência direta à luta dos quilombolas ao citar “Viva Zumbi nosso Rei negro / No caminho do Canavial”, conectando a figura histórica de Zumbi dos Palmares à resistência cultural representada pelo maculelê. A menção à “jurema” remete aos rituais afro-indígenas, ressaltando a importância da espiritualidade como fonte de força e união. O trecho “Corre pro mato que a batalha começou / é a guerra dos palmares / vamos lutar meu sinhô” faz alusão às fugas e batalhas dos escravizados contra os colonizadores, evidenciando o espírito de luta e sobrevivência. Dessa forma, a canção celebra a herança afro-brasileira, a resistência histórica e a necessidade de manter vivas as tradições culturais como forma de afirmação e identidade.

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