
Ciência e Arte
Cartola
Homenagem à genialidade brasileira em “Ciência e Arte”
Em “Ciência e Arte”, Cartola e Carlos Cachaça destacam a importância de valorizar tanto a produção artística quanto a científica do Brasil. Ao citar diretamente Pedro Américo, pintor renomado, e César Lattes, físico de destaque, a música evidencia a intenção de celebrar nomes que representam a excelência nacional em diferentes áreas. O fato de a canção ter sido composta originalmente como samba-enredo para a Mangueira em 1948 reforça seu caráter coletivo e festivo, voltado para exaltar figuras históricas e suas contribuições para a identidade brasileira.
A letra adota um tom de respeito e admiração ao afirmar: “Tu és meu Brasil em toda parte / Quer na ciência ou na arte”, reconhecendo o país como berço de talentos diversos. Ao propor “reviver glorificando os nomes teus / Levá-los ao panteon dos grandes imortais”, a música sugere que os feitos desses brasileiros merecem reconhecimento eterno, superando o esquecimento comum. O verso “E neste rude poema destes pobres vates / Há sábios como Pedro Américo e César Lattes” mostra a humildade dos compositores diante da grandeza dos homenageados, ao mesmo tempo em que reforça a importância de celebrar artistas e cientistas como pilares da cultura nacional. Assim, a canção se apresenta como um tributo à pluralidade do gênio brasileiro, unindo ciência e arte como expressões complementares do orgulho nacional.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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