
Pranto de Poeta (part. Nelson Cavaquinho)
Cartola
Celebração da memória em “Pranto de Poeta (part. Nelson Cavaquinho)”
“Pranto de Poeta (part. Nelson Cavaquinho)”, interpretada por Cartola, aborda de forma única o luto na Mangueira. Em vez de silêncio ou tristeza contida, a comunidade expressa a dor da perda de um poeta com festa, música e união. O verso “Mas o pranto em Mangueira é tão diferente / É um pranto sem lenço, que alegra a gente” resume essa tradição: o sofrimento se transforma em celebração, misturando tristeza e alegria ao homenagear quem partiu. Essa abordagem reflete tanto a cultura do samba quanto possíveis influências de rituais afro-brasileiros, como o axexê, que celebram a passagem com música e dança.
A repetição de “Vivo tranquilo em Mangueira porque / Sei que alguém há de chorar quando eu morrer” revela o sentimento de pertencimento do poeta. Saber que será lembrado e celebrado pela comunidade traz conforto diante da morte. A letra destaca a força da coletividade e da memória, mostrando que o legado do artista permanece vivo nas manifestações culturais da Mangueira. O agradecimento final a Nelson e Cartola reforça o tom de homenagem e continuidade, reconhecendo a importância desses nomes para o samba e para a história da escola.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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