
Minha
Cartola
Desejo e desilusão no amor não correspondido em “Minha”
Em “Minha”, Cartola explora o sentimento de posse e a frustração diante de um amor que nunca se concretizou. A repetição da palavra “minha” ao longo da música reforça tanto o desejo de ter a pessoa amada quanto a consciência de que esse amor permaneceu apenas no campo da imaginação. O trecho “Quem disse que ela foi minha? / Se fosse, seria a rainha / Que sempre vinha aos sonhos meus” evidencia como a figura da amada foi idealizada, mas nunca se tornou real na vida do eu lírico.
A letra também aborda a ilusão e a autoenganação, especialmente quando Cartola diz: “Como mentiam as cartomantes / Como eram falsas as bolas de cristal”. Ele critica as falsas promessas de felicidade e mostra que nem mesmo as previsões místicas trouxeram consolo verdadeiro. No final, ao mencionar a cigana que “repete agora” e os “fatos envelhecidos / Que já não ferem mais os meus ouvidos”, Cartola sugere um amadurecimento: a dor da desilusão já não machuca como antes, dando lugar a uma aceitação tranquila de que aquele amor nunca foi realmente seu.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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