
Silêncio de Um Cipreste
Cartola
Reflexão sobre solidão e tempo em “Silêncio de Um Cipreste”
Em “Silêncio de Um Cipreste”, Cartola e Carlos Cachaça utilizam a imagem do cipreste ao lado da cruz, presente no refrão, para simbolizar a morte e a solidão. O cipreste, tradicionalmente ligado a cemitérios, reforça o clima melancólico da música, que aborda a reflexão sobre oportunidades perdidas e o peso dos pensamentos que acompanham esse sentimento. A canção explora como a introspecção pode ser vista tanto como um "defeito" quanto como uma característica inevitável diante das frustrações e do passar do tempo.
A letra contrapõe o desejo de viver de forma leve e alegre — “Todo mundo tem o direito de viver cantando” — com a dificuldade pessoal de se libertar das preocupações e arrependimentos — “O meu único defeito é viver pensando”. A metáfora “O pensamento é uma folha desprendida do galho de nossas vidas que o vento leva e conduz” destaca a fragilidade e a transitoriedade dos pensamentos, que fogem ao nosso controle. Quando Cartola diz que o pensamento é “uma luz vacilante e cega”, ele mostra que a reflexão nem sempre traz clareza ou alívio, podendo ser fonte de angústia. Assim, a música se apresenta como um lamento sereno sobre a dificuldade de realizar sonhos e a tendência à contemplação solitária, marcada por imagens de efemeridade e silêncio.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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