
Alvorada
Cartola
Esperança e renovação no morro em “Alvorada” de Cartola
“Alvorada”, de Cartola, destaca-se por transformar a paisagem do morro em um símbolo de esperança e renovação, mesmo diante das dificuldades enfrentadas pelos moradores. Inspirada pelo impacto visual e emocional dos primeiros raios de sol no Morro do Pendura a Saia, a canção, composta por Cartola e Carlos Cachaça, exalta a beleza do amanhecer com versos como: “O Sol colorindo é tão lindo, é tão lindo / E a natureza sorrindo, tingindo, tingindo”. Essa imagem positiva contrasta com a dura realidade das comunidades, mas, na letra, o morro se torna um espaço onde “ninguém chora, não há tristeza”, sugerindo um momento de paz e alegria proporcionado pela natureza.
A segunda parte da música, escrita por Hermínio Bello de Carvalho, adiciona um tom mais melancólico ao associar a alvorada a uma pessoa querida, que ilumina caminhos “tão sem vida”. Nesse trecho, a alvorada deixa de ser apenas um fenômeno natural e passa a simbolizar a chegada de alguém que traz esperança e luz para dias difíceis. A frase “o que me resta é bem pouco, quase nada / De que ir assim, vagando / Numa estrada perdida” revela a dualidade entre a beleza do amanhecer e as adversidades do cotidiano. Assim, “Alvorada” equilibra leveza e profundidade, celebrando a força da natureza e das relações humanas para transformar a realidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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