
Divina Dama
Cartola
A Melancolia e a Beleza de um Amor Efêmero em 'Divina Dama' de Cartola
A música 'Divina Dama', de Cartola, é uma obra que encapsula a melancolia e a beleza de um amor efêmero. A letra começa com a constatação de que tudo está acabado e o baile chegou ao fim, deixando o eu-lírico atordoado. Ele relembra a dança com a 'divina dama', uma figura que parece ter despertado uma paixão intensa e momentânea, simbolizada pelo 'coração queimando em chama'. Essa imagem evoca a ideia de um amor ardente, mas passageiro, que deixa uma marca profunda, mesmo que breve.
No segundo verso, o eu-lírico expressa sua perplexidade e fascinação ao estar tão próximo de alguém por quem tem amizade. A 'febre da dança' e a 'tamanha emoção' que ele sente indicam que a dança foi mais do que um simples movimento físico; foi uma experiência emocional avassaladora. A 'divina dama' se torna uma figura quase mítica, que devora o coração do eu-lírico, intensificando a sensação de um amor que é ao mesmo tempo sublime e doloroso.
Quando a festa termina, a realidade volta a se impor, e o eu-lírico percebe que não resta mais nada de felicidade. A vingança nas 'cordas da lira de um trovador' sugere uma tentativa de canalizar a dor e a frustração através da música, condenando o amor que parecia tão divino, mas que se revelou efêmero. Cartola, conhecido por suas composições que mesclam lirismo e melancolia, consegue, em 'Divina Dama', transmitir a complexidade das emoções humanas, especialmente aquelas ligadas ao amor e à perda.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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