
Caldo Verde
Casseta & Planeta
Crítica social e humor ácido em “Caldo Verde” de Casseta & Planeta
A música “Caldo Verde”, de Casseta & Planeta, utiliza o humor ácido e o exagero para criticar a insensibilidade humana diante da violência contra animais e da destruição ambiental. O verso “No alpiste eu pus vidro moído!” escancara, de forma sarcástica, a crueldade gratuita, tornando evidente o descaso com a vida animal ao apresentar uma situação absurda. Já o trecho “A floresta amazônica...monumento... Dava um puta estacionamento!” ironiza a lógica do progresso predatório, mostrando como um patrimônio natural pode ser reduzido a algo banal e utilitário, reforçando a crítica ao consumismo e à destruição ambiental.
A referência a Brigitte Bardot, conhecida ativista em defesa dos animais, aparece de maneira provocativa: “Brigitte Bardot adota um bebê foca... Deve ser por falta de piroca!”. Aqui, o grupo satiriza tanto o ativismo quanto o machismo, sugerindo de forma escrachada que o engajamento dela teria motivações sexuais, o que evidencia o humor politicamente incorreto característico do Casseta & Planeta. O refrão “Jacaré no seco anda...sofrimento... E tatu caminha dentro!” usa trocadilhos e imagens absurdas para reforçar o tom de deboche e a crítica à falta de empatia. Assim, a música transforma temas sérios em piada, tornando a crítica social mais acessível e impactante por meio do riso.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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