Escaravelho
Cassol
Transformação e crítica social em “Escaravelho” de Cassol
Em “Escaravelho”, Cassol utiliza o escaravelho como símbolo de transformação e renascimento, trazendo para a letra uma reflexão sobre autoconhecimento e superação. O inseto, tradicionalmente ligado à renovação e ao ciclo da vida, serve como metáfora para o processo de crescimento pessoal do artista. Isso fica claro em versos como “O valor da minha presença eu aprendi sumindo” e “Acreditei na evolução”, nos quais Cassol mostra que amadurecer muitas vezes exige momentos de isolamento, reflexão e a capacidade de se reinventar diante das dificuldades.
A música tem um tom urbano e direto, abordando temas como destino, revolta e desigualdade social. Cassol critica a busca por identidade e os sistemas de valor impostos pela sociedade, como nos versos “Não quero esses manos e nem números me definindo” e “Os dois lados tá errado se for entender a história? Mas um lado tem palacio, o outro tá pedindo esmola”. Ele evidencia a disparidade social e questiona as estruturas de poder. Ao usar metáforas como “Formiga e escaravelho, mas sem tempo pra inseto”, o artista reforça que, apesar de se identificar com figuras de trabalho e transformação, não se limita a rótulos. Cassol também explora a dualidade entre o que é imposto e o que é autêntico, defendendo a necessidade de assumir a própria contracultura como forma de resistência e afirmação de identidade.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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