
Flor amorosa
Catulo da Paixão Cearense
Orgulho e vulnerabilidade no amor em "Flor amorosa"
"Flor amorosa", de Catulo da Paixão Cearense, utiliza a metáfora das flores para abordar o amor de forma sensível e direta, refletindo a influência do romantismo do século XIX. Ao chamar a pessoa amada de "rosa orgulhosa, presunçosa, tão vaidosa", o autor associa sua beleza ao orgulho, mostrando admiração, mas também destacando uma barreira emocional que separa os amantes.
A letra trata do arrependimento de maneira delicada, especialmente quando o narrador pede perdão por um beijo impulsivo e se mostra vulnerável ao dizer: "Oh, tem dó dos meus ais, perdão / Sim ou não?". O ato de ajoelhar-se e beijar os pés da amada reforça a intensidade do sentimento e a disposição de se humilhar por amor, algo típico das modinhas da época. O trecho "Se ontem beijavas um jasmim do teu jardim, a mim, a mim / Oh! Por que juras, mil torturas?" destaca o contraste entre o afeto espontâneo e o sofrimento causado pelo orgulho ou recusa da amada. Assim, "Flor amorosa" retrata o amor não correspondido ou dificultado pelo orgulho, usando imagens florais para expressar tanto o desejo quanto a dor do apaixonado.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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