Tradução gerada automaticamente

El trompo azul
Cátulo Castillo
O pião azul
El trompo azul
Eu tive um pião azul que era meu irmãoYo tuve un trompo azul que fue mi hermano
Longe, baltarín de pedras antigasLejano baltarín de piedras viejas
Pela esquerda do bairro, na contramãoPor la zurda del barrio a contramano
E em ruas de portões e de gradesY en calles de portones y de rejas
A ponta de seu aço era uma estrelaLa punta de su acero fue una estrella
Ninguém na briga foi melhorNinguno en la querella fue mejor
E em troca, dorminhoco, nas mãos delaY en cambio, dormilón, en manos de ella
Se entregou a sonhar, tremendo de amorSe dio a soñar, temblándole el amor
¡Meu pião brincalhão!¡Mi trompo juguetón!
A poesiaLa poesía
Do grilo do bueiroDel grillo del zanjón
O que eu daria¿Qué le daría
Se não seu coraçãoSi no su corazón
E o assobio do piolínY el silbo del piolín
Sem fimSin fin
Do beco?Del callejón?
Mas a terra girando alucinadaMás la tierra girando alucinada
Como um pião gigante do nadaComo un trompo gigante de la nada
Nos traiu, levando-nos ao confimNos traicionó, llevándose al confín
A esquina e o jasmimLa esquina y el jazmín
A Lua e seu olharLa Luna y su mirada
A solidãoLa soledad
Manchada de verdeteManchada de verdín
Retorna sem idadeRegresa sin edad
À cidadeA la ciudad
De barro e paralelepípedoDe barro y adoquín



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