
Carnívoro Song
Cauê Moura
Provocação e humor ácido em "Carnívoro Song" de Cauê Moura
"Carnívoro Song", de Cauê Moura, se destaca pelo tom irreverente e provocativo ao abordar o consumo de carne e a oposição ao veganismo. Logo no início, o artista faz uma exaltação bem-humorada ao churrasco brasileiro, citando cortes como "alcatra, maminha, cupim, salsichão". Essa celebração da carne é acompanhada de trocadilhos e provocações, como na frase “Pra mim, quem não gosta de bacon, provavelmente, também não gosta de buceta”, que exemplifica o humor ácido e o duplo sentido sexual característicos de Cauê. Ele utiliza a vulgaridade de forma intencional para chocar, divertir e reforçar a ideia de que comer carne é, para ele, um prazer quase instintivo.
O artista adota uma postura abertamente desafiadora ao ironizar preocupações ambientais e de bem-estar animal, como em “Salvar a floresta, e seus animais, não tô nem aí, pra mim, tanto faz”. Cauê deixa claro que sua escolha pelo consumo de carne é baseada no prazer pessoal, sem se importar com argumentos éticos ou ambientais. As provocações continuam com frases como “Enfia seu húmus bem no meio do rabo” e “Sua carne de soja, vai pra casa do caralho!”, que ridicularizam alternativas veganas e reforçam a oposição entre estilos de vida. O uso de linguagem popular e palavrões aproxima a música do público jovem e da cultura da internet, tornando a crítica social mais acessível, ainda que envolta em sarcasmo e polêmica.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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