
Bete Balanço
Cazuza
Contrastes e sonhos urbanos em “Bete Balanço” de Cazuza
“Bete Balanço”, de Cazuza, explora o contraste entre o glamour do sonho artístico e os riscos enfrentados por quem busca sucesso nas grandes cidades. A personagem Bete representa tantas pessoas que deixam o interior em busca de oportunidades, enfrentando incertezas e desafios. A letra traz uma cena marcante em que Bete consulta uma cartomante, que prevê: “Eu vejo grana, eu vejo dor / No paraíso perigoso que a palma da tua mão mostrou”. Esse trecho resume a dualidade entre a promessa de riqueza e o perigo dos excessos, refletindo também a própria trajetória de Cazuza, marcada por intensidade e desafios pessoais.
O clima urbano e descontraído da música aparece em versos como “Não ligue pr’essas caras tristes / Fingindo que a gente não existe”, sugerindo resistência diante do preconceito e da indiferença social. A repetição de “Pode seguir a tua estrela / O teu brinquedo de star” incentiva a busca pelos sonhos, mesmo que envoltos em fantasia e incerteza. Já a frase “Quem tem um sonho não dança” funciona como um chamado à persistência: quem acredita de verdade em seu objetivo não se deixa desviar. Assim, “Bete Balanço” se consolida como um hino para quem enfrenta o desconhecido em busca de realização, misturando otimismo, alerta e a energia do rock brasileiro dos anos 80.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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