
Amor Amor
Cazuza
Contradições e intensidade do amor em "Amor Amor"
A música "Amor Amor", de Cazuza, explora de forma clara e direta as contradições do sentimento amoroso, mostrando como o amor pode ser ao mesmo tempo prazeroso e doloroso. O verso “diz que pode, depois morde pelas costas sem querer” resume bem essa dualidade, apresentando o amor como algo imprevisível, capaz de trair mesmo quando parece seguro. Composta por Cazuza, Frejat e George Israel, a canção retrata o amor como uma força vital, que “fiel me trai, me azeda, me adoça e me faz viver”, deixando evidente que ele pode ser doce e amargo, leal e traiçoeiro, mas sempre essencial para a experiência humana.
A letra tem um tom intimista, com imagens como “madrugada azul, sem luz” e “dias de brinquedo”, que sugerem vulnerabilidade e entrega. O amor é vivido de forma intensa e instintiva, “como um selvagem”, e a referência ao “brilho esperto dos olhos de um cão” reforça a ideia de um sentimento puro, mas também atento e desconfiado. O trecho “meu caminho nesse mundo, eu sei / vai ter um brilho incerto e louco” aponta para a incerteza da vida afetiva, onde não há garantias, apenas a busca sincera por paixão, “fogo e segredo”. A sensualidade da música, também destacada na regravação de Almério, está presente nesse desejo de intensidade e mistério, tornando "Amor Amor" uma reflexão honesta sobre as delícias e armadilhas do amor.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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