
Nabucodonosor
Cazuza
Homenagem familiar e ironia em "Nabucodonosor" de Cazuza
Em "Nabucodonosor", Cazuza faz uma homenagem afetiva e irônica à sua família, especialmente ao avô paterno, Agenor, a quem nunca conheceu. Ao mencionar "Nabuco" e o cavalo chamado Agenor, o artista cria um jogo de nomes que mistura reverência e humor, destacando a importância do avô em sua formação pessoal. Esse jogo aparece claramente em versos como “Nabuco era matuto / Elegante e astuto / Assim como eu sou / E era também meu avô”, onde Cazuza se reconhece nas qualidades do avô, mesmo que de forma idealizada ou indireta.
A música também aborda temas profundos, como morte e reencarnação, de maneira leve e descontraída. Em “Nabuco já morreu / Foi para o exterior / E hoje em dia sou eu / O anjo e o sedutor”, Cazuza trata a morte como uma viagem, suavizando o peso do tema e sugerindo uma continuidade entre gerações. A referência à reencarnação em “Agora eu acredito / Em reencarnação / E que a morte, baby / Não é assim tão ruim, não” reforça essa visão de que a morte faz parte de um ciclo, e não é um fim definitivo. O tom irônico e leve, aliado à homenagem familiar, transforma "Nabucodonosor" em uma reflexão sobre identidade, legado e a forma como lidamos com a ausência e a memória.
O significado desta letra foi gerado automaticamente.



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